Acordei hoje lembrando de como eu apertava a bochecha carnuda, de como eu a abraçava. De como eu gostava de fotografá-la.
Ela gostava de mastigar os dedos do meu pé, e eu deixava,
tão feliz. Eu gargalhava.
Ele se deitava perto de mim, me deixava fazer tantos carinhos.
Uma vez eu levei um presente pra ela. Ela amou e carinhosamente
o destruiu.
Ela roubava meus sapatos e chinelo. Saía correndo em
disparada, e eu tentava alcançá-la.
Ela é um amor. Ela tem meu amor, sem a presença. Ela é uma
lembrança.
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